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sábado, 14 de fevereiro de 2015

O que é a leishmaniose canina?


que é a leishmaniose canina?
A Leishmaniose canina é uma doença endémica no Sul da Europa, Norte de África, Médio Oriente, China e América do Sul, que também afeta o Homem. É causada um parasita denominado Leishmania infantum que se localiza, sobretudo, na medula óssea, nos gânglios linfáticos, no baço, no fígado e na pele. O cão é o principal hospedeiro e hospedeiro reservatório e em Portugal, estima-se que 110 mil cães estejam infetados embora muitos não manifestem a doença. Outros animais como os gatos, as raposas e os roedores podem, igualmente, ser afetados. 
 
Como é que o meu cão se infecta com Leishmania? 
O parasita é transmitido aos cães e ao Homem, pela picada de insetos flebótomos fêmeas das espécies Phlebotomus perniciosus e P. ariasi. Estes pequenos insetos de cor amarela clara vivem nos refúgios de animais, habitações, caixotes de lixo, jardins, matas, etc. e alimentam-se, preferencialmente, ao final do dia.
Em regiões endémicas, a principal via de transmissão é através do inseto, embora, a transfusão sanguínea, o contacto direto, a transmissão venérea e a transmissão mãe-filho também possam estar implicadas. Os cães que vivem sempre no exterior ou na maior parte do tempo fora de casa, os cães de raças exóticas, os cães de pelo curto e os animais com idade igual ou superior a 2 anos correm maior risco de ser infetados.
 
Quais os sinais clínicos mais frequentes?
O período de incubação varia de 1 mês a 2 ou mais anos e os sinais clínicos mais frequentes são: aumento dos gânglios linfáticos, crescimento exagerado das unhas, perda de pelo, úlceras e descamação da pele, emagrecimento, atrofia muscular, sangramento nasal, anemia, alterações dos rins, fígado e articulações, entre outros. No entanto, a Leishmaniose canina apresenta diferentes sinais clínicos e diversos graus de gravidade, podendo estar associada a outras doenças concomitantes.
 
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico é essencialmente clínico e confirmado por análises laboratoriais. Os exames laboratoriais parasitológicos destinam-se à pesquisa do parasita e/ou de anticorpos e simultaneamente devem ser efetuadas análises de sangue e de urina para avaliar o estado geral do animal. A interpretação dos resultados laboratoriais deve ser sempre feita em conjunto com o quadro clínico. 
 
Tenho um cão doente com leishmaniose, que cuidados devo ter? 
Deve cumprir rigorosamente o tratamento recomendado pelo Médico Veterinário e é extremamente importante continuar a prevenir as picadas do inseto flebótomo utilizando inseticidas com efeito repelente sob a forma de coleiras,  de pulverização ou de spot-on. 
A leishmaniose canina é uma doença de carácter crónico e o tratamento nem sempre é eficaz, havendo a necessidade de controlos regulares.
 
Tenho um cão positivo nas análises mas sem sintomas, que cuidados devo ter?
Um resultado laboratorial positivo num animal sem sintomas pode significar, apenas, um contacto anterior com o parasita, e o animal pode nunca vir a manifestar a doença. No entanto, o cão é portador e se o parasita se encontrar na pele, poderá ser transmitido ao inseto. Uma vez mais deverá prevenir a picada do inseto flebótomo utilizando inseticidas com efeito repelente, tal como acima referido, e fazer controlos laboratoriais regulares para monitorizar a evolução.
 
Como posso prevenir a infeção por Leishmania e/ou a leishmaniose no meu cão?
Para além da manutenção de um bom estado de saúde do seu cão, pode prevenir esta doença, aplicando, regularmente, no seu animal, inseticidas com efeito repelente sob a forma de coleiras,  de pulverização ou de spot-on,  de modo a impedir a picada do flebótomo. Deve também fazer, anualmente, o despiste da infeção de modo a detetar precocemente o parasita, sobretudo se o seu cão vive numa área endémica. 
Em Portugal, existe já uma vacina contra a leishmaniose canina e poderá aconselhar-se com o seu Médico Veterinário. A prevenção é fundamental para reduzir o número de casos de leishmaniose nos animais e para evitar o risco para os humanos.
 
Posso apanhar leishmaniose ao contactar com o meu cão?
O parasita é fundamentalmente transmitido pela picada do inseto flebótomo. O risco de contrair leishmaniose é pequeno nos humanos imunocompetentes. No Homem, quando o tratamento é feito corretamente, a percentagem de cura é acima dos 95%. A leishmaniose humana ocorre, principalmente, nas populações mais pobres em áreas rurais e suburbanas ou em indivíduos imunodeficientes (VIH/SIDA, por exemplo). 

Fonte: http://hospital.fmv.utl.pt/ 
Autora: Isabel Pereira da Fonseca, Profª Associada Agregada  do Departamento de Sanidade Animal da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Por que os gatos ronronam?

Quem gosta de gatos está mais do que acostumado a escutar um som estranho, o ronronar do bichano, e muitas pessoas não sabem que ruído é este ou por que ele ocorre. Será que ele está doente ou precisando de alguma coisa? Será que está feliz? Segundo o biólogo Guilherme Domenichelli, do Zoológico de São Paulo, o ronronar é um processo normal do corpo dos felinos, usado para expressar sentimentos.
Com um propósito semelhante ao do ronrono, o miado também é uma forma do gato indicar sofrimento, fome ou saudação. É comum os gatos domésticos miarem mais do que os selvagens, pois esta é a principal forma de eles chamarem a atenção dos donos.
Segundo ele, o ronronar está diretamente ligado ao osso que os felinos têm na garganta, conhecido como hióide (semelhante ao existente na parte anterior do pescoço humano).
Assim como o miado, o ronronar é uma forma que os felinos usam para expressar seus sentimentos. "Os grandes felinos, como tigres, leões, leopardos e onças-pintadas, conseguem rugir em vez de ronronar ou miar, como fazem as espécies menores", informa.
"O ronronar acontece quando o animal puxa o ar para dentro, diferente do rugido, que é o momento em que o ar é expulso do corpo com bastante força", explicou.
Geralmente o gato ronrona quando expressa sensações de tranqüilidade, prazer e safisfação. Porém, também pode emitir o som, pela vibração das cordas vocais, quando está com raiva, dor ou fome.
Miado
Além de ter 100 tipos de vocalizações distintas, incluindo algumas que se assemelham com a linguagem humana, o miado emitido pelos machos é muito mais forte e grave do que o das fêmeas.
Fonte: Terra.com.br

domingo, 1 de fevereiro de 2015

10 dicas para lidar com a ansiedade de separação dos cães

Alguns cachorros se desesperam ou se deprimem ao ficarem sozinhos, mas os estímulos certos ajudam seu animal a ficar calmo e se divertir na sua ausência. 

É muito comum cães demonstrarem irritabilidade quando são submetidos a situações em que ficam afastados dos donos. Porém, este problema, nomeado por especialistas de ansiedade de separação, pode ser solucionado se o dono souber como manejar os sentimentos de seu companheiro oferecendo estímulos positivos. 



O porquê do sofrimento com a ausência do dono

Os cachorros estão geneticamente condicionados à crença de que estar em grupo aumenta a chance de sobrevivência, pois seus antepassados tinham melhores chances de se alimentar e defender quando atuavam em conjunto. Esta necessidade herdada permaneceu nos cães domesticados, que veem seu dono como líder da matilha e, por isso, sofrem com a sua ausência.

Manifestações comportamentais de desespero e depressão

As manifestações comportamentais do cão que sofre com ansiedade de separação geralmente são facilmente identificáveis. Cães que, ao perceberem que seu dono irá se ausentarlatem ou choram ininterruptamente, tentam destruir portas com arranhões, mordidas e pancadas, babam ou se lambem demonstrando fragilidade ou se automutilam de alguma forma, demonstram através destes sinais de estresse que sofrem com este problema.

Há, porém, animais que demonstram sofrimento de maneira mais sutil, com um comportamento depressivo, não se hidratando ou alimentando e ignorando quaisquer estímulos na ausência do dono.

É importante estar atento ao comportamento do animal, pois mesmo quando estes não chamam a atenção o sofrimento físico e psicológico decorrente da ansiedade de separação pode aumentar o risco de o animal desenvolver problemas de saúde diversos.



Como lidar com a ansiedade de separação

  1. 1) Proporcione independência na rotina para segurança emocional: Cães precisam se acostumar no dia a dia a terem atividades sozinhos, sem o dono, tanto para que ele desenvolva suas capacidades exploratórias e dê liberdade para o dono ver um filme no sofá de casa, receber amigos ou namorar, quanto para que o animal se sinta confiante em uma eventual falta de humanos na casa.

  2. 2) Use o comando “fica!”: O cão deve ser acostumado a ausências temporárias por meio do comando “fica!”, pois o animal ao ficar parado, ver o dono sair do campo visual e retornar, percebe que não é necessário demonstrar insatisfação quando ele voltar.

  3. 3) Diga não às longas despedidas: Dar carinho extra e pedir desculpas ao cão antes de sair só servirá para deixá-lo mais ansioso e propenso ao sofrimento. Na hora de sair vá embora sem cerimônia.

  4. 4) Associe a saída a uma recompensa: Dê um brinquedo que seu cão goste muito antes de sair e retire da posse dele assim que chegar. O acesso ao brinquedo deve ser exclusivo para momentos de ausência, para que o cão atribua a sua saída a esta diversão e se sinta bem.

  5. 5) Dê liberdade de circulação ao cão: Permita que o animal tenha livre acesso à casa durante sua ausência para que ele possa se sentir mais calmo e seguro nos espaços de convivência comum com seu dono.

  6. 6) Deixe objetos com seu cheiro: Se precisar isolar o cachorro em um cômodo, deixe com ele objetos com seu odor para que ele associe à sua presença e se sinta calmo.
  7. Evite contextos traumatizantes: evite que durante sua ausência seu animal seja submetido a qualquer tipo de susto, como barulhos e queda de objetos.

  8. 7) Ocupe seu cão: proporcione atividades para ocupar o cão física e mentalmente. Esconda petiscos pela casa para ele procurar ou prenda-os em uma garrafa pet com pequenos furos para ele gastar tempo tentando comer.

  9. 8) Não chegue fazendo festa: Não dê atenção ao cão imediatamente após a chegada. Mantenha-se calmo e relaxado, tire os sapatos, vá ao banheiro, tome um banho e só depois dê o carinho e atenção a devida ao seu companheiro. Além de ensiná-lo a respeitar seu espaço, ele vai entender que a sua saída não foi um grande drama.

  10. 9) Considere a possibilidade de ter outro cão: Ter um companheiro, de preferência do sexo oposto, além de ser mais um motivo de felicidade para você, pode ajudar seu cão a passar o tempo com menos ansiedade durante sua ausência. Ambos vão se divertir bastante juntos!

Fonte: Petmag.com.br

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Kong - O Brinquedo inteligente

Marca mundialmente conhecida pela qualidade de seus produtos e utilizada pela polícia de inúmeros países, em treinamentos no farejamentos de drogas, pelas equipes K-9 militares e Schutzhund.



O Melhor Brinquedo para Treinamento
A KONG estabeleceu o padrão em desempenho e qualidade de brinquedos caninos. O KONG é o legendário brinquedo que milhões de cães adoram, e que recebe elogios de proprietários e treinadores por sua incomparável durabilidade e versatilidade. Os mais renomados treinadores e estudiosos de comportamento canino do mundo recomendam o Kong original há mais de 30 anos. Os brinquedos KONG tornaram-se a ferramenta de treinamento preferida para tratar de vários problemas de comportamento canino, entre eles: tédio, estresse, mastigação destrutiva, ansiedade de separação, dificuldades no treinamento do uso da caixa e excessos de latido e de escavação.

Monitore os brinquedos do seu cão com frequência. Verifique desgastes normais de uso e substitua os brinquedos se estiverem danificados. Nunca deixe seu cão sem supervisão com um brinquedo novo até que você tenha certeza de que ele pode ser usado com segurança.

Perfeito para Jogos Interativos

Jogos interativos fortalecem o vinculo entre você e o seu cão. Transforme esse momento critico em um momento especial. Seu cão vai adorar sair ao ar livre para brincar com você e o Kong, o brinquedo de treinamento favorito de todos os cães. Teste alguns desses exercícios desenvolvidos pelos melhores treinadores, ou invente seu próprio exercício. Seja criativo!

Kong Pega Pega: Use dois KONGs. Mande seu cão sentar antes de lançar o primeiro Kong. Quando seu cão trouxer o Kong de volta, mostre-lhe o outro KONG e mande-o soltar o primeiro. Em seguida comece tudo de novo.

Kong Esconde-Esconde: Recheie um ou mais KONGs com petiscos e esconda-os pela casa ou quintal.


Alivia o Estresse e o Tédio

Um dos melhores benefícios que os brinquedos KONG propiciam é o alivio do estresse e do tédio de seu cão e a paz de espirito para você. O estresse e o tédio são as principais causas de comportamentos negativos. Os brinquedos KONG recheados com petiscos são divertidos e deixam o seu cão ocupado e entretido por horas. Dê ao seu cão algo para fazer enquanto você recebe uma visita ou assiste ao seu programa favorito de TV. Encha o Kong com petiscos ou com sua própria receita. Pense no KONG como uma combinação de brinquedo e de um projeto divertido para manter seu cão ocupado. Um cão entretido e ocupado tem menor probabilidade de sofrer de estresse e tédio.

Ajuda a Combater a Ansiedade de Separação
A ansiedade de separação, ou o medo do isolamento, pode produzir um comportamento indesejável e estressante em alguns cães. Os problemas comportamentais mais comuns associados com a ansiedade de separação são latidos e ganidos excessivos, destruição de objetos, depressão ou hiperatividade. Estes problemas são uma reação ao estresse da solidão e da incerteza do retorno do dono. Muitos treinadores usam táticas de saídas simuladas como método eficaz para o tratamento da ansiedade de separação. Adapte gradualmente o seu cão a ficar sozinho, programando saidas breves e repetidas. Certifique-se de que suas primeiras saídas sejam curtas, durando apenas um ou dois minutos. Aumente lentamente a duração de sua saída conforme seu cão passe a ganhar confiança. Como o estresse ou a ansiedade ocorre logo após a saída do dono, redirecionar imediatamente a atenção do seu cão para uma atividade pode ser uma estratégia bastante eficaz.
Oferecer um KONG recheado com guloseimas é a solução perfeita. Brincar para comer irá relaxar o seu cão e mantê-lo ocupado e sem estresse!

Resolve Problemas de Mastigação
Uma fonte clássica de frustração do proprietário é quando seu cão mastiga sapatos, livros, móveis etc. Matigar é um comportamento natural e benéfico que desempenha um papel vital no desenvolvimento físico do seu cão. Como a maioria dos cães gosta de mastigar, é importante que eles sejam treinados em relação ao que eles podem ou não mastigar. Ensine esta lição de uma forma positiva e divertida usando o Kong. Elogie bastante o seu cão quando ele brincar com os brinquedos KONG. Lembre-se de usar vários KONGs para manter as lições inesperadas e interessantes.


Reduz os Latidos Indesejáveis

A maioria dos problemas com latidos em excesso são causados pelo tédio ou pelo estresse de ficar sozinho. Soluções para esses tipos de latidos inclui o exercício físico frequente e oferecer um KONG recheado quanto sair de casa. Quanto mais você puder fazer para estimular o seu cão mental e fisicamente, melhor será o comportamento dele quando você estiver ausente.

Em alguns casos de problemas com latidos, como os causados por medo ou agressão, precisam ser tratados por um treinador profissional ou um especialista em comportamento canino.

Auxilia no Treinamento do Uso da Caixa

As caixas podem ser ferramentas de treinamento bastante eficazes. São importantes no treinamento doméstico, na prevenção de comportamentos destrutivos e na reduçao da ansiedade de separação; além disso, podem ser usadas para transporte. As caixas fornecem um ambiente seguro que pode servir para promover conforto ao seu cão e aliviar o estresse.

Na opinião dos mais renomados treinadores, a chave do treinamento para uso da caixa é ensinar o seu cão a gostar dela. Inicie o treinamento recheando o KONG com os petiscos favoritos do seu cão. Deixe seu cão ver e sentir o cheiro do KONG recheado. Em seguida, coloque o Kong no fundo da caixa e deixe a porta aberta. Elogie bastante o seu cão quando ele entrar na caixa. Nunca tente empurrar, puxar ou forçar o seu cão a entrar na caixa. Seja paciente, use os KONGs recheados e torne o treinamento de caixa uma experiência positiva.

Fonte: Informativo Kong

domingo, 25 de janeiro de 2015

Qual a quantidade de água que um filhote canino deve ingerir por dia

Descubra a quantidade e quando inserir água na alimentação do seu filhote




Por estarem constantemente em movimento, os filhotes gastam bastante energia, e por isso, a quantidade certa de água e comida se faz mais que necessária para que possam crescer e se transformar em cães adultos fortes e saudáveis.

A quantia de água varia muito de cão para cão, dependendo de seu tamanho, idade e nível de atividade. Porém, há certas regras gerais que ajudam a manter o seu cão bem hidratado.

No início de sua vida, o filhote de cachorro se hidrata através do leite da mãe. Uma vez que acontece o desmame, quando o filhotinho começa a explorar o mundo e a ingerir alimentos sólidos, eles precisam ter água limpa e fresca sempre disponível.

O melhor período para introduzir a água para o filhote se dá entre a terceira e quarta semana, quando o animal está lentamente parando de mamar. A introdução da água deve acontecer só depois da terceira semana pois o leite materno é suficiente e contém todos os nutrientes e anticorpos necessários para manter o cão hidratado e alimentado, e inserir água antes desse estágio só iria atrapalhar o animal a receber a quantidade de leite ideal.

Vá separando aos poucos o filhote de sua mãe, substituindo o leite por ração para filhotes acompanhado com água. A água além de ser a responsável por mantê-lo hidratado de agora em diante, irá auxiliar no processo digestivo.

Se o cachorro não recebe água suficiente, os nutrientes não podem ser movidos dentro e fora das células, assim não conseguindo absorver os nutrientes e incapacitando o corpo de esfriar a si mesmo para regular a temperatura corporal.

É importante saber qual é a quantidade ideal de água que um filhote necessita para manter-se saudável. O filhote em crescimento precisa de cerca de meio copo de água a cada duas horas, dependendo de sua idade e tamanho.

Ao entrar na frase de transição, de filhote para adulto, a quantidade de água necessária diminui significantemente. Eles precisam de 15 à 30 ml de água para cada 0,5 kg de peso corporal por dia. Se um filhote pesa 9 kg, ele precisaria de uma média de 300 ml à 600 ml por dia para se manter hidratado.

A maioria dos cães irá automaticamente se hidratar e adaptar-se a quantia de água correta, embora haja os que bebam menos e os que bebam mais que o necessário. Para ambos os casos, esses podem ser sinais de um problema.

Fonte: Samantha Kelly Jornalista do Portal do Dog



quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Donos implantam microchips em seus pets

Calcula-se que 40% dos cães da cidade tenham o dispositivo no corpo



Em 2002, as duas cadelas de estimação da empresária paulistana Rosanna Giuzio sumiram de sua casa de veraneio em Peruíbe, no Litoral Sul. Dois anos depois, ela descobriu que a rottweiler e a vira-lata haviam sido roubadas e estavam em uma residência em Jundiaí, no interior de São Paulo. Como era impossível provar a propriedade, Rosanna não pôde reaver a dupla. Hoje a situação seria diferente: seus três yorkshires possuem chip implantado no dorso. Com 12 milímetros de comprimento, esse dispositivo consiste em um circuito eletrônico dotado de um código exclusivo, uma espécie de carteira de identidade, cujos dados são acessados por meio de uma máquina de leitura digital. Esse registro inclui desde informações sobre a saúde do animal — como histórico de vacinas e doenças — até o nome e o telefone do proprietário. Permite, portanto, que o bichinho perdido seja identificado e devolvido. Isso tudo depende da boa vontade de quem encontra o animal. Em alguns casos, o cão carrega uma plaquinha na coleira avisando sobre a presença do chip. A partir daí, o pet precisa ser levado a um local com um aparelho capaz de ler as informações contidas no circuito. Mario Rodrigues Rosanna Giuzio: chip nos três yorkshires após perder duas cadelas Apesar de algumas limitações, a tecnologia está se popularizando na metrópole. Desde 2007, uma lei municipal estipula que todos os animais comercializados por canis e pet shops tenham o chip. A aplicação se assemelha a uma injeção, sem a necessidade de anestesia, e fica por conta dos comerciantes. Embora o sistema não seja uma exigência para mascotes que já disponham de um lar, muitos proprietários também aderiram a ele. O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) oferece gratuitamente o serviço. Desde 2009, implantou mais de 80.000 microchips. “É importante para monitorarmos a população de animais em áreas de transmissão de doenças”, afirma a veterinária Tamara Leite Cortez. Nas clínicas particulares, o valor do procedimento varia de 120 a 180 reais. “O dispositivo ajudou a reduzir o número de abandonos”, conta Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, no Morumbi.

Uma das principais empresas do mercado de chips, a Partners comercializou 680.000 deles na capital em 2011, quase dez vezes o número do ano anterior. Segundo cálculos da Federação de Cinofilia do Estado de São Paulo, cerca de 1 milhão de cães de estimação foram incluídos na rede, o que representa 40% dos 2,5 milhões existentes na cidade. Uma das pessoas que investiram no equipamento foi a psicóloga Lisiane Touguinha. Há quase um mês, seu vira-lata Ed foi atropelado e fugiu pelo bairro de Pinheiros. “Acabei por encontrá-lo depois de umas três horas, mas durante a busca me senti mais tranquila, porque sabia que meus contatos estavam nele”, diz. 

 

Colocação do dispositivo no dorso de um animal no Hospital Veterinário Sena Madureira (no detalhe, o leitor digital, a seringa de aplicação e o chip): dor semelhante à de uma injeção Mesmo popularizado, o serviço ainda necessita de avanços. Não há, por exemplo, um banco de dados unificado. Os três principais são o Sistema de Identificação e Registro de Animais da América Latina, o da Associação Brasileira de Microchip Animal e o Backhome — da Virbac, que comercializa o identificador. Outra questão é que nem todas as máquinas de leitura são compatíveis com o chip de diferentes fabricantes. “O ideal é que o cadastro seja universal, mas ainda não chegamos a essa padronização”, explica Márcio Rangel de Mello, presidente da Comissão de Clínicos de Pequenos Animais do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo.  

psicóloga Daniele Rossi, com Ponkan: sonho de um GPS Devido a esses problemas, muitos donos ainda sonham com um sistema de rastreamento via satélite. “Gostaria de um dispositivo com GPS, seria mais eficaz”, afirma a psicóloga Daniele Rossi, que colocou um chip na buldogue Ponkan no ano passado. No exterior já existem coleiras desse tipo, mas o alto custo (cerca de 450 reais) e a ausência de infraestrutura de mapeamento no Brasil ainda impedem que elas se tornem viáveis por aqui. AMIGO ELETRÔNICOPrós e contras do dispositivo As vantagens • Prova a posse do animal em caso de roubo • Permite a contagem estatística dos cães em determinada área • Não necessita de manutenção Os pontos a melhorar • Falta um cadastro de dados unificado • Não há possibilidade de realizar rastreamento via satélite • Algumas máquinas de leitura não são compatíveis com todos os microchips.

Fonte: http://vejasp.abril.com.br/
 

sábado, 3 de janeiro de 2015

Gripe canina

A gripe canina, conhecida também como traqueobronquite infecciosa canina, é uma doença contagiosa.Ao contrário do que se pensa, não é necessário o cachorro ter contato com outros cães para pegar a gripe.Lógico que, em um ambiente onde exista uma população muito grande de indivíduos em um espaço pequeno, a chance desta doença aparecer é bem maior.


Infelizmente, esses micro-organismos infecto-contagiosos não respeitam e não possuem consciência de barreira natural. Se eles puderem, irão atravessar rios, oceanos e florestas!

A única forma de prevenir esta doença é através de vacina específica.


O problema desta doença é que os sintomas iniciais são semelhantes a outras doenças. No início, por não fazer com que o paciente deixe de comer ou altere seu comportamento, também não irá incomodar seus responsáveis e, consequentemente, quando resolvem levá-lo para avaliação clínica, a doença já está bastante desenvolvida (podendo ter quadros de pneumonia ou bronquites).


Não espere isto ocorrer! Qualquer alteração, leve-o imediatamente para o médico veterinário.
O custo da vacinação é MUITO menor quando comparado aos custos para fazer o seu pet ficar saudável novamente.


Fonte: http://tininhavet.blogspot.com.br/