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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

MERCADO PET, QUE MOVIMENTA US$ 7 BI, AGORA TEM PLANO DE SAÚDE


Quem é o melhor amigo do homem? A resposta invariavelmente recai sobre o cachorro, ainda que para muitos seja o gato, o papagaio, o canário, o hamster, a calopsita. Não importa qual, todos esses animais domésticos que integram o chamado mercado pet, como o designam os países de língua inglesa dos quais tomamos emprestado a expressão, já respondem por um negócio de US$ 73 bilhões por ano no mundo.
Desse montante, os brasileiros participam com US$ 7 bilhões. Valor que aguça o apetite das empresas em oferecer soluções. A Cooperativa de Médicos Veterinários de Goiás (Unimev-GO) é um bom exemplo. Desde 2006, ela vende um plano de saúde voltado para 54 espécies de animais de pequeno porte, presente em nove estados brasileiros.
O presidente da Unimev -GO, Hélio Lourezo, conta que o faturamento em 2010 chegou a R$ 1 milhão, 15% a mais que o contabilizado em 2010. A expectativa para este ano é mais ousada: quase triplicar de tamanho, somando 100 novos contratos aos 60 existentes. Os planos variam de R$ 47 a R$ 230 mensais, a depender da idade e do tipo de serviços escolhidos. Estima-se que a soma apenas de gatos e cachorros seja de 40 milhões no país e, portanto, para cada um deles existe um ou mais consumidores dispostos a pagar caro pelo conforto do animal de estimação.
Para facilitar o entendimento, o plano oferecido pela Unimev-GO é bem similar ao usados pelos donos. Tem prazo de carência e coberturas para consultas, exames e cirurgias. Os prazos e os serviços dependem do plano escolhido: do Standard (o de valor mais baixo), passando pelo Master e pelo VIP até o Golden (o mais caro). Os segurados são atendidos por veterinários da rede credenciada ou em veterinário da preferência do dono pelo sistema de reembolso. A cobertura é oferecida para animais de quatro meses a oito anos.
A Unimev-GO, único plano de saúde animal aprovado pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária, conta atualmente com uma rede credenciada de 22 clínicas e cerca de 40 veterinários cooperados. “Com essa parceria, que segue o conceito de cooperativismo, é possível conseguir a melhoria da proteção dos animais e propiciar aumento na geração de emprego e renda aos profissionais que atuam no setor”, diz o assistente administrativo da Unimev-GO, Júlio César de Amorim.
A administradora Daniela Nardelli, 39 anos, aprova o serviço. Ela não se importa em desembolsar R$ 360 por mês para oferecer cobertura às cadelas Marie (5 anos), Mabel (2) e Lazy (2). Daniela contou que, há três anos, Marie precisou ser castrada e o custo ficaria em R$ 1, 8 mil caso fosse feito em uma clínica particular. Como o plano cobria a cirurgia, ela pagou apenas o valor mensal do plano.
“A economia foi muito grande e ela teve toda a assistência dos veterinários.” Ela disse ainda que se fosse arcar com as despesas, os gastos chegariam facilmente ao dobro. “Tem gente que se preocupa só com a estética do animal e esquece que ele precisa de cuidados médicos”, acredita Daniela.
A Proteste (Associação de Defesa do Consumidor) recomenda, porém, que os donos de pequenos animais domésticos, façam contas antes de contratar o plano. “Primeiro verifique se será vantajoso para você e se você é capaz de pagar. Liste todos os tipos e quantidades de processos médicos veterinários que seu animal usa por ano. Depois, multiplique o valor cobrado por cada procedimento em clínicas onde você costuma levar seu bichinho e esse será o resultado do custo anual deixado no veterinário. Sabendo esse valor é possível avaliar se o plano terá uma boa relação custo-benefício”, informou o órgão, em nota ao Correio.
Fonte: DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Lançamento na Linha Urinary da Royal Canin

LINHA URINARY S/O HIGH DILUTION, DA ROYAL CANIN, ATUA NOS CÁUCULOS URINÁRIOS MAIS PRESENTES EM GATOS



A Royal Canin ampliou sua linha de produtos coadjuvantes ao tratamento de gatos com DTUIF (doença do trato urinário inferior dos felinos), com o lançamento do produto Urinary S/O High Dilution. A linha é a única opção do mercado com atuação direta nos dois cáuculos urinários mais presentes em gatos: formados por estruvita ou por oxalato de cálcio, enquanto os demais produtos, baseados apenas na alteração do pH, restringem-se somente a um deles. O alimento também auxilia na não formação e na dissolução de plugs uretrais e é coadjuvante nos casos de cistite intersticial em gatos que não aceitam dietas úmidas. O produto já está disponível em embalagens de 500g e 1,5kg.

Fonte: Revista Qualy Distribuidora, Edição 11

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Fique de olho no humor de seu animal doméstico

Quando o ativo Dinho, um pinscher de 12 anos, parou de brincar com os demais cães da casa, sua dona, Aline de Paula, de 22, estranhou. "Ele ficou amuado e se poupava até para fazer as necessidades fisiológicas: fazia rápido e voltava a ficar deitado", conta. As alterações de comportamento eram sinal de algo grave, que Aline só descobriu ao levar o animal de estimação a uma consulta veterinária: um câncer na boca.



O caso é emblemático. Mudanças comportamentais são comuns em animais com dor. As dores crônicas são as maiores responsáveis, caso dos males ligados à idade, como câncer, hérnia de disco, artrose e nefropatia (a alteração da função dos rins). "A expectativa de vida de gatos e cachorros cresceu e eles estão pagando o preço, com o aumento da incidência de doenças relacionadas à idade avançada", diz Karina Yazbek, veterinária certificada pela Sociedade Brasileira de Estudo da Dor (SBED).

São considerados idosos os gatos com mais de 7 anos. Cães de pequeno porte se tornam senis aos 8 anos, e os de tamanho médio, aos 7. Já cachorros grandes envelhecem cedo, entre 5 e 6 anos. E vivem menos: aproximadamente 10 anos. Os outros têm expectativa de vida entre 13 e 20 anos. Gatos podem alcançar 15.

Leitura de sinais 
A sinalização de dores é algo relativamente novo na vida dos animais, segundo explica Yazbek: trata-se de uma consequência da domesticação desses bichos pelo homem. Na natureza, para não se mostrar presa fácil, era preciso agir de forma contrária, camuflando fragilidades.

"Os gatos ainda preservam um pouco desse instinto de sobrevivência: você não vê um deles demonstrando dor quando está perto de cães", explica a veterinária Patrícia Flôr. "Por isso, é mais difícil perceber sintomas: os gatos se escondem no armário, debaixo da cama ou dentro do box do banheiro, porque é gelado e pode amortecer a região dolorida", complementa.

A auto-mutilação, um dos comportamentos adotados por cachorros com dor física, também pode estar atrelada a perturbações psicológicas. Animais que perdem seus donos, por exemplo, podem se lamber até gerar uma lesão no local alvejado."

A carência é causa de distúrbio psíquico: animais que se sentem abandonados chegam a se machucar na tentativa de atrair a atenção do dono", diz Yazbek. Por meio de exame físico, um veterinário pode averiguar se há algo no corpo do animal que o incomode a ponto de atrair lambidas ou se ele sofre de alguma neurose. Um raio-x na área também é recomendado.

As dores dos nossos bichos
Caso seu animal doméstico apresente os sintomas a seguir, leve-o ao veterinário:
- Tristeza, apatia e prostração
- Menor interação com o proprietário (não o recebe no portão, não quer brincar)
- Redução de mobilidade
- Diminuição do apetite
- Automutilação (fustigando alguma parte do corpo, como a pata)
- Ganidos e grunhidos (em caso de dor aguda, como a pós-operatória)
- Agressividade ou timidez (sinais opostos para expressar a dor)
- Respiração ofegante e batimentos cardíacos acelerados
- Insônia e cansaço

Cães
- Aumento da carência (ele quer chamar a atenção para mostrar que está mal)
- Não levantar a perna para urinar

Gatos:
- Redução dos hábitos de auto-higiene
- Aumento do isolamento

Fonte: Veja.com

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O ponto de vista do cão

Os cientistas começam a desvendar um mistério milenar: como os cachorros veem o mundo e por que eles são tão apegados a seus donos.


Não há parceria como a do homem com o cão. Ainda assim, em termos de estudos científicos, os ratos recebem maior atenção que o cachorro. Devido a seu uso como cobaia, sabe-se quase tudo sobre o comportamento dos roedores e até já se descobriu como tornar sua existência mais longeva. Por outro lado, o convívio por mais de 14 000 anos permitiu ao homem entender, na prática, bastante bem o comportamento canino. Mas também levou à concepção emotiva de que, de certa forma, o totó tem um lado humano, ainda que insista em fazer xixi no poste. Sobre esse assunto já não se está completamente no escuro. Uma série de estudos recentes lançou luzes sobre, digamos, a vida interior dos cães. Obviamente, o que se está descobrindo nada tem de humano.

A apreciação científica mais completa sobre a mente canina está no livro Inside of a Dog: What Dogs See, Smell and Know ("Dentro de um cão: o que os cães veem, cheiram e sabem", em inglês), da americana Alexandra Horowitz. Desde o lançamento, no início de setembro, a obra está na lista das mais vendidas. Psicóloga da Universidade Colúmbia, com especialização em ciência da cognição, Alexandra se propõe a explicar o que significa ser um cachorro. Em outras palavras, como é o mundo do ponto de vista canino. Cinco meses atrás, a Universidade Harvard abriu um laboratório de pesquisas com 1 000 cães, e a Universidade Duke, na Carolina do Norte, vai abrir o seu neste mês. "O número de estudos sobre cães aumenta porque esses animais, antes estigmatizados pela ciência, são tão interessantes para as pesquisas de convívio social quanto os chimpanzés", diz o biólogo Marc Hauser, chefe do Laboratório de Evolução Cognitiva de Harvard. No início deste ano, ele deixou a pesquisa de primatas para se dedicar aos cães.

Apesar de toda nossa convivência com os cães, talvez seja mais simples entender os chimpanzés, primos na árvore da evolução. Os cães percebem o mundo de um modo tão próprio que só pode ser descrito por analogias. Para poder explicar, a psicóloga Alexandra Horowitz tentou imaginar a vida do ponto de vista de um animal cujo sentido principal é o olfato. Para os cães, o cheiro equivale à visão humana. É o primeiro recurso usado para reconhecer o ambiente ao redor. Quando acordam, esses animais farejam a casa para saber se algo aconteceu enquanto dormiam. Dependendo da raça, um cão pode ter entre 200 milhões e 300 milhões de receptores de olfato nas narinas. O nariz humano só tem 5 milhões. Odores imperceptíveis para nós, como os das moléculas de ácido butírico provenientes das células da epiderme, deixadas por uma presa, compõem para os cães um rastro que pode ser seguido com segurança.

O cão tem maior interesse pelo que é cheirado do que por aquilo que é visto. Paisagens que deixam as pessoas boquiabertas só se tornam interessantes para um canino se o vento trouxer algum cheiro significativo. Cheirar o sapato de um recém-chegado, para um cão, é uma experiência que rende informações que o homem não tem como obter sozinho. O animal consegue saber por onde a pessoa andou e com que frequência esteve naquele lugar, se teve contato com outros animais, se fez sexo recentemente, se está tomada pelo medo ou pela ansiedade. O tempo como uma cadeia contínua de eventos nada significa para o cão. Tempo também é cheiro.

Essa capacidade funciona como um relógio sem ponteiro: o passado, para um cachorro, significa odor enfraquecido; um fato novo tem fragrância forte. Ele realmente é capaz de prever chuva, como se acredita tradicionalmente.

Não se trata de clarividência, e sim da transmissão pelo vento do cheiro da tormenta que se aproxima. "Imagine se cada detalhe de nosso mundo visual tivesse um odor correspondente", escreveu Alexandra Horowitz. "Para um cão, cada pétala de rosa pode ser diferente, pois foi visitada por insetos que deixaram indícios olfativos de sua presença." O olfato age até mesmo enquanto os cães dormem.

O homem, que tem a visão como sentido primordial, sonha com imagens. Provavelmente, o sonho dos cães é repleto de odores. O costume dos donos e veterinários de lavar os cães com xampus cheirosos é terrível para eles. Funciona como se fosse apagada a memória dos episódios das últimas semanas. "A menor fragrância dos produtos de limpeza é quase um insulto olfativo para o cão", escreve Horowitz.

Com um nariz tão desenvolvido, os cães se valem de olhos e ouvidos como sentidos complementares. A gama de cores que os cães percebem varia entre o azul, o verde e o amarelo, com menos nuances de tons que as captadas pelo olho humano. Com um número menor de fotorreceptores que o olho humano, eles têm dificuldade em ver objetos próximos. Em compensação, a visão periférica pode ser sensacional em certas raças, chegando a 270 graus (a do homem é de apenas 180 graus). A audição canina é mais sensível e tem um espectro muito maior que a humana. Um ambiente silencioso, como um quarto escuro durante a madrugada, é cheio de ruídos para os cães.

Eles percebem sons muito baixos, como passos do outro lado da rua ou o movimento dos ratos entre as paredes, e também sons inaudíveis para o homem, como as ondas de alta frequência emitidas por relógios digitais. Da mesma forma, um cão pode localizar a origem de um som mais rápido que um ser humano. Os dezoito ou mais músculos especializados permitem ao cão dobrar, girar, levantar e baixar as orelhas. No homem, apenas seis músculos sustentam as orelhas.

Os cães descendem dos lobos, e a separação se deu há tão pouco tempo que as duas espécies ainda podem cruzar e gerar descendentes. Mas as diferenças já são enormes. O cérebro do animal doméstico é, em média, 20% menor que o de seu ancestral. Talvez para sobreviver entre os homens eles não necessitem da astúcia de um lobo silvestre. De acordo com Alexandra Horowitz, a ideia de que o dono precisa mostrar que é uma espécie de macho alfa não faz sentido. Os cães também não formam matilhas. Não existe entre eles um macho dominante como há entre os lobos. Talvez o cão veja no homem um companheiro, e não necessariamente um chefe. O animal domesticado se tornou especialista nas reações humanas. Ele percebe o sentido pela entonação da voz e é capaz de diferenciar o elogio da reprimenda. Da mesma forma, ele olha para o rosto humano em busca de informações, orientações e segurança. No final, é mesmo o melhor amigo do homem.

Fonte: Veja.com

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Shampoo Hipoalergênico qual comprar?

Existe uma variedade grande de shampoos hipoalergênicos no mercado, algumas marcas tem tido maior destaque no mercado. É meio difícil dizer qual você deve comprar,  vai depender muito do animal e da alergia que ele apresenta, só testando mesmo para ver qual terá o melhor resultado no seu animal. 


Allermyl Glyco - Virbac

Para cães e gatos alérgicos ou que apresentem sensibilidade cutânea. Allermyl® Glyco é um shampoo especialmente desenvolvido com ingredientes que ajudam a manter a integridade da barreira cutânea e o equilíbrio natural da pele. Formulado como uma micro-emulsão espumosa que auxilia a penetração dos ingredientes mais profundamente na pele, proporcionando alívio imediato da pele irritada.

Vantagens:
Alto poder de limpeza e difusão que permite a eliminação dos alérgenos da superfície imediatamente.
Mantém a integridade cutânea e a função da barreira epidérmica.
Mantém o pelame sempre sedoso.
Limita o processo de reação alérgica.
Possui pH fisiológico.
Segurança: não contém corticóide ou anti-histamínico.
Contém ácidos graxos que promovem hidratação profunda.
Diminuição indireta da exposição antigênica.
Efeito antiaderente para agentes alérgenos.
Alívio imediato do prurido.
Restabelece o equilíbrio cutâneo.

Plants - Ouro Fino

Plants é um shampoo embelezador e suavizante com pH neutro, para pele e pelos sensíveis, com propriedades umectantes e adstringentes. Shampoo à base de óleo de melaleuca 1% e Aloe Vera a 0,1% para pele e pêlos sensíveis. Para cães e gatos. 

ATUAÇÃO DO SHAMPOO SUAVE PLANTS COMO AUXILIAR NO ALIVIO DOS SINTOMAS E NO TRATAMENTO DA ATOPIA CANINA
A dermatite atópica é uma doença crônica, inflamatória, cuja incidência vem crescendo nos últimos anos. A xerose cutânea, ou pele seca, é um achado bastante comum e significativo, sendo considerada a expressão clínica da anormalidade da barreira cutânea presente em animais portadores de dermatite atópica.

Pelo e Derme - Vetnil
Produto hipoalergênico indicado para a higiene, refrescância e suavidade da pele de cães e gatos.
Pelo & Derme® hipoalergênico contém em sua fórmula o óleo essencial de Melaleuca, Aloe Vera e Arginina. A Melaleuca e Aloe Vera são agentes naturais que contribuem para refrescar e suavizar a pele. A Aloe Vera tem, ainda, a capacidade de hidratar a pele, por seu poder umectante. O produto possui Arginina, que nutre profundamente o bulbo capilar, para uma pelagem macia e brilhante. Especialmente formulado para cães e gatos, garante higiene e refrescância para a pele.

DIFERENCIAIS 
Melaleuca: agente hipoalergênico natural, garante frescor para a pele.
Aloe Vera: hidrata e suaviza a pele, por suas propriedades umectantes.
Arginina: age diretamente no bulbo capilar, favorecendo a saúde, resistência e brilho da pelagem.



Vetriderm Hipoalergênico - Bayer

Vetriderm Hipoalergênico é ideal para uso frequente em animais alérgicos ou sensíveis, porque mantém a pele hidratada e protegida. Indicado para cães e gatos com histórico de alergia ou pele sensível e delicada e para animais submetidos a banhos freqüentes.



Allerdog - CEPAV

Solução Terapêutica que contém óleo de Melaleuca alternifólia em sua formulação, um princípio ativo natural com ações antibacteriana, antifúngica e regeneradora de epitélio, cientificamente comprovadas. Permite ao produto atuar nas camadas superficiais e nas mais profundas da derme, removendo as células mortas e protegendo os tecidos lesados, favorecendo sua regeneração.
Indicado para o tratamento profilático e curativo das principais afecções alérgicas de pele que acometem cães e gatos: dermatites alérgicas, dermatite seborréia, dermatites de contato, atuando como profilático e adjuvante no tratamento das micoses superficiais (Microsporum spp. Trichophytum spp.), foliculites, piodermites superficiais e profundas, dermatite interdigital, entre outras.

Um potente anti-seborréica e antibacteriano, aliviando o prurido e os sintomas associados à alergia.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Até que idade seu cachorro deve comer ração para filhote?

Recomendação muda de acordo com o porte do cachorro




Um questionamento válido e recorrente entre os donos de filhotes caninos é até que idade se deve continuar dando ração de filhote e quando seria o melhor momento para fazer a transição para a ração de adulto.


É uma informação importante pois a necessidade calórica e os requisitos nutritivos mudam bastante de filhote para adulto. No caso do filhote, sua ração é rica em calorias e suplementos nutritivos, então, continuar alimentando esse tipo de comida para um cão já maduro pode causar obesidade e problemas ortopédicos.

Quanto a idade certa para fazer a mudança, existem muitas informações conflitantes que por sua vez confundem os donos de cães. Muitos defendem que a mudança deve ser feita quando o cão atinge 1 ano de idade.

Porém, o problema de especificar uma idade única é que os cães diferem muito entre si, e as particularidades das raças e tamanhos fazem com que elas possuam velocidades diferentes de amadurecimento.

Cães de porte pequeno, até 10 kg, amadurecem mais rápido, em media entre 10 e 12 meses, sabendo que algumas raças toy podem amadurecer ainda antes. Exemplos: Yorkshire Terrier, Shih-Tzu, Pinscher, Chihuahua, Lhasa Apso, Pug, Poodle, Bichon Frise.

Cães de porte médio, até 40 kg, podem amadurecer entre 12 e 16 meses. Exemplos: Beagle, Basset Hound, Buldogue Francês, Cocker Spaniel Inglês, Buldogue Inglês, Labrador Retriever, Boxer.

Raças com porte grande, de cães que pesam mais de 40 kg, podem levar até 2 anos para amadurecer completamente. Exemplos: Dogue Alemão, Mastife, Boiadeiro Bernês, São Bernardo, Rottweiler.
No geral, a mudança deve ocorrer quando o filhote está se aproximando de sua altura de adulto. Preste atenção no seu cachorro, já que muitos começam a rejeitar a ração de filhote, por ser tão rica e densa. Leve-o ao veterinário para definir se a hora chegou.

Quando for de fato mudar de ração, da filhote para a adulto, faça de maneira gradativa ao ir misturando os dois tipos. Uma semana é tempo suficiente para que o seu animal não sinta muito a transição, o que em alguns casos pode causar diarreia e irritação no estômago.

Ao entrar na ração de adulto, a quantidade de ração será baseada na valor calórico que o seu cão poderá comer por dia.

Fonte: Samantha Kelly, Jornalista do Portal do Dog

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Tudo que você deve saber antes de acasalar cães



Fatores relevantes

Antes de acasalar você deve analisar bem os fatores como custos com assistência veterinária e exames laboratoriais, tempo disponível para cuidar da ninhada e o destino dos filhotes. Mesmo em se tratando de animais de raça pura muitas vezes não é fácil encontrar bons lares para uma ninhada de 8 filhotes, por exemplo.

Definir claramente as bases do acordo entre as partes envolvidas e oficializar um contrato também pode evitar problemas futuros.

Quando não se deve acasalar

Animais portadores de alterações genéticas transmissíveis como; displasia coxofemural, alergias graves, catarata precoce, criptorquidismo (ausência de um testículo) ou epilepsia; portadores de doenças sexualmente transmissíveis como: Brucelose e Tumor de Sticker; cães com doença cardíaca grave e fêmeas obesas, não devem acasalar.

Também não é recomendável acasalar fêmeas muito jovens, o ideal é a partir do 3° cio.

Prepare-se com antecedência

Se a fêmea estiver acima do peso, coloque-a sob dieta e deixe-a no peso compatível com sua raça e tamanho, se não der tempo aguarde o próximo cio.
Leve sua fêmea para uma avaliação veterinária um mês antes do cio, coloque as vacinas e os vermífugos em dia, conte ao veterinário sobre o preterido acasalamento.

Encontre um macho da mesma raça, de porte semelhante, o macho pretendente não deve ser muito maior que a fêmea.

A hora certa

O cio é o momento em que a fêmea está apta para aceitar o macho, este período pode ser identificado facilmente pelo inchaço da vulva e leve corrimento sanguíneo.

O primeiro cio costuma ocorrer entre o 6° e 10° mês de vida e tem duração aproximada de 15 dias. Ela só aceitará o macho a partir do 7° ou 8° dia, as chances de fertilização são mais elevadas no 11° dia, momento em que a ovulação está bem elevada. O acasalamento pode se repetir no dia seguinte.

A fêmea deve ser levada a casa do macho, uma vez fora de seu território ele estará menos propensa a agressividade não precisando defender seu espaço.
Para não estressar os animais escolha um local tranqüilo sem, sem muitas pessoas.

Eventuais problemas

Algumas fêmeas são arredias e não aceitam certos machos, pode ocorrer dela não aceitar nenhum macho.

Cães não habituados ao convívio com outros da mesma espécie podem ficar assustados e agredir o parceiro, cães muito mimados podem não ter interesse em acasalar, é interessante fazer uma aproximação cautelosa e ficar atento a possível rejeição. Cadelas muito bravas podem ferir gravemente seu pretendente.

A inseminação artificial pode uma ser solução para os casos de impossibilidade de acasalamento.

Importante

Em um cruzamento, após a ejaculação é normal que os cães fiquem “grudados um de traseiro para ou outro” e permaneçam desta forma por alguns minutos. Não tente separá-los em hipótese nenhuma, o cão possui um osso no pênis que pode ser fraturado por uma separação forçada. 

Durante passeios com sua fêmea no período do cio, não descuide um só minuto, um cruzamento indesejado pode ocorrer facilmente.

Fonte: http://www.plugpet.com.br/